domingo, 19 de abril de 2015

3ª MARATONA DA LÍNGUA PORTUGUESA



Abertura da 3a. Maratona de Língua Portuguesa. Realização: Academia Linense de Letras, Prefeitura de Lins Casa da Cultura e Diretoria de Ensino - Região de Lins. Local - Rádio Alternativa FM. Com Silvani Daruiz, Mauro Ribeiro, Antonieta Nazaré Coqueiro, Darci Daruiz e Maria Mori


Escola participante - EE Prof. Dorival Calazans Luz
Professora Coordenadora - Leila Marta De Almeida Perin
Professora - Patrícia Alencar


terça-feira, 14 de abril de 2015

ORIENTAÇÃO TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA


    Dia 16 de abril, estaremos realizando a 1ª OT, público-alvo professores de Língua Portuguesa que ministram aulas nos 6º Anos do Ensino Fundamental, inclusive os da RC e RCI, das escolas jurisdicionadas a esta Diretoria.

    O tema é - “Todos podem Aprender: Ensinar com Equidade”.
    
    Equipe organizadora:

    Supervisora - Adriana Guarizo

    PCNPs de Língua Portuguesa - Suelen Andreu e Wendy Ravagnani

   Parceria com as PCNPs dos Anos Iniciais - Márcia Giacomini e Rita Frassato
    

quarta-feira, 8 de abril de 2015

EVESP


Educação abre primeiro curso para aluno usar a tecnologia na lição de casa

   Em parceria com a Microsoft, carga horária é de 100 horas e orienta estudantes sobre conteúdos relacionados à informática.
  Alunos do Ensino Médio e Ensino Fundamental (8º e 9º ano) da rede estadual paulista terão a chance de aprimorar o conteúdo em tecnologia em um curso inédito e gratuito.
  A partir do próximo dia 10, a Educação dá início ao projeto online Aluno Monitor. O programa, em parceria com a Microsoft, é dividido em cinco módulos e tem carga horária de 100 horas. Ao final, todos os participantes receberão certificado.

  O conteúdo inclui atividades práticas sobre hardwares, softwares, aplicativos, web 2.0 e 3.0, redes sociais e ainda navegação segura. O objetivo é que os alunos possam utilizar as ferramentas em atividades em casa e nas próprias unidades de ensino. Por isso, o curso é etapa obrigatória dos estudantes que atuam como estagiários nas salas do Acessa Escola, programa de inclusão digital da Secretaria, e opcional para os alunos da rede.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PROFESSORA UTILIZA OBJETOS DIGITAIS DO CURRÍCULO+ PARA ALFABETIZAR ESTUDANTES



Ação aconteceu na E.E. Professor Dandolo Frediani

   Plataforma colaborativa que contribui para que os professores prepararem aulas mais dinâmicas e atrativas, que facilitam a compreensão das disciplinas pelos jovens, o programa Currículo+ têm sido referência na E.E. Professor Dandolo Frediani, localizada em São Paulo.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

BRINCADEIRAS COM LIVROS!


Vamos brincar de livro?

   Vale a pena incluir livros na bagagem de férias ou aproveitar o tempo livre em casa para curtir atividades divertidas em família ou em turma. Confira ideias que podem ser adaptadas para várias idades e aproveite para se divertir com a criançada, incentivar os pequenos a ler mais e descobrir junto com eles que os livros combinam (e muito) com diversão. 


Crédito: Bruno Lanza





   Assistir a um filme infantil juntinho com o seu filho pode ser uma ótima forma de reforçar o vínculo entre vocês. "Esse é um momento de união da família", ressalta Luísa Gonçalves, psicóloga e psicoterapeuta sistêmica de Florianópolis (SC), que alerta apenas para um porém: "Em vez de dar explicações sobre o filme, deixe aberto para a criança fazer a interpretação dela. Você podem compartilhar o que pensam".
   Muitos filmes infantis incentivam, mesmo que indiretamente, o desenvolvimento de habilidades não-cognitivas, como a superação, a cooperação e a curiosidade. Sugerimos, aqui, ótimas opções para uma diversão em família recheada de aprendizado - e dicas para gerar uma boa conversa pós-filme com a garotada.

Crédito: Divulgação

quarta-feira, 25 de março de 2015

Processo de inscrição para o curso "Sequência didática: aprendendo por meio de resenhas" começa dia 26/03


    Esta será a primeira turma deste curso a distância a ser formada em 2015. São oferecidas 1200 vagas e o curso terá início em 06/04, terminando em 22/06. Criado em 2011, o curso já formou 201 turmas e foi selecionado pelo Ministério da Educação para fazer parte do Guia de Tecnologias Educacionais, publicação que apresenta e dissemina projetos educacionais de qualidade voltados para educação básica (veja notícia aqui).
    O curso oferece certificado de 80 horas e cada turma é acompanhada por um mediador. A coordenação recomenda que o participante dedique-se, em média, de 8 a 9 horas por semana sendo de 30 minutos a 1 hora todos os dias, com complemento de estudos aos finais de semana.

Como participar

    O processo de inscrições será aberto no dia 26 de março, quinta-feira, em dois horários: 10h e 14h (horário de Brasília) para poder atender aos professores que estejam trabalhando em um dos períodos.
    Ao acessar a página do curso aqui no Portal Escrevendo o Futuro e fazer a solicitação de vaga, os interessados receberão um e-mail com instruções para confirmá-la. A lista permanecerá aberta até atingir 1800 nomes, sendo que os últimos 600 entrarão na lista de espera para ocupar eventuais vagas de desistentes. Quem estiver nesta situação poderá ser chamado até o dia de início do curso.
    Na última abertura para inscrições dos cursos do Programa, no dia 13/03, alguns interessados tiveram dificuldades para acessar a página de inscrições devido ao grande número de acessos simultâneos. Desta vez, o Portal estará com maior capacidade para facilitar o processo.

O curso
  
  O curso é destinado a professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio e a coordenadores pedagógicos em exercício nas escolas públicas do Brasil. O participante vivencia uma sequência didática (SD) para escrever a resenha de um produto cultural. Pretende-se que essa vivência ajude o professor a compreender quais são os princípios do trabalho com gêneros e com SD na escola. Ao final, as resenhas escritas pelos professores são apreciadas pelos colegas de curso, que escolhem as que mais gostaram.
    Não se trata de um curso destinado ao professor que deseja aprender como ensinar os alunos a escreverem resenhas. Nele, a resenha funciona como pretexto para que o professor vivencie, como produtor de textos, uma sequência didática para escrever um gênero do discurso.
    As atividades são realizadas nos horários mais adequados ao participante, respeitando o calendário de atividades obrigatórias. Essas atividades incluem exercícios autoinstrucionais (exercícios realizados individualmente, sem interação ou mediação); atividades interativas (debates em fóruns) e atividades mediadas (tarefas por escrito enviadas pelo participante e comentadas pelo mediador).


Clique aqui para conhecer a página do curso.

ESTUDANTES TROCAM CONHECIMENTO E AJUDAM COLEGAS DE SALA

   
   
   Quando o assunto é difícil, só a explicação do professor não basta - e vale recorrer ao colega para uma mão amiga. A tradicional cooperação entre alunos se tornou parte da grade curricular de alguns colégios privados, que montaram projetos em que o estudante é tutor do próprio colega. Essa troca de informações, afirmam as escolas, ajuda no aprendizado e na conquista de autoestima dos jovens.
   No Colégio Rio Branco, em Cotia, na Grande São Paulo, o trabalho com alunos tutores começou no ano passado, com os ensinos fundamental 2 e médio. Uma das vantagens é a explicação do conteúdo com uma linguagem mais próxima e exemplos próprios ao universo do adolescente.
    "Na aula, às vezes alguém pergunta e o professor não entende por causa do jeito e das palavras que o aluno usa. Eu consigo entender mais fácil", diz Júlia Dias, do 1º ano do ensino médio. "Depois, alguns professores até perguntam para nós como explicamos a matéria", diz ela, de 15 anos, que deu lições de Álgebra aos colegas.
    Um deles é Lucas Marzocca, também do 1º ano. "O jeito que eles ensinam me dá mais confiança porque era de uma maneira que eu conseguia fazer", conta o jovem, de 15 anos, que melhorou as notas em Matemática após participar da tutoria no ano passado.
   Segundo o Rio Branco, o mesmo ocorreu com praticamente todos que se envolveram na atividade, inspirada em um modelo finlandês.

Autoestima
   
    Quem é supervisionado em uma disciplina pode orientar o amigo em outra. Marzocca tem menos intimidade com os números, mas se dá bem em História. Além de contribuir com os colegas nessa matéria, a via de mão dupla melhorou seu convívio em classe. "Como tutor e tutorado, fiz amizade com pessoas que não tinha relacionamento antes."
   Orientadora educacional do colégio, Rosângela Guedes diz acreditar que a melhora de autoestima e a aproximação entre os estudantes são dois méritos do projeto. "Há momentos em que os próprios alunos agendam suas aulas e trocam informações pelo WhatsApp", conta. Segundo ela, as aulas também servem para troca de dicas.
   No Colégio Pentágono, no Morumbi, zona sul da capital, também existe a experiência dos minitutores. Para Américo dos Santos, coordenador do ensino fundamental 2, a proposta vai além do reforço no conteúdo. "Ajuda a criar competências socioemocionais, como respeito e cooperação mútua, entre os alunos e com o professor."

Personalizado
    
    De acordo com especialistas, transformar o aluno em tutor é produtivo porque cria novas situações de aprendizagem.
   "No entanto, é importante alternar papéis: ora está aprendendo, ora está ensinando. Não pode ficar cristalizado", alerta Cristina Barelli, do Instituto Singularidades, voltado para a formação de docentes.
   Ela também afirma que a tutoria deve funcionar como uma estratégia de ensino personalizado, sem receita única de estudos. "Não pode ser um modismo. É preciso trabalhar a forma como cada criança aprende melhor", aponta. Outro risco, segundo ela, é criar uma situação de dependência. "Deve-se sempre incentivar a autonomia do aluno."


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.