Dia 25 de setembro
participamos de uma Orientação Técnica no Programa Escola da Família - CONTAR
HISTÓRIAS - A ARTE QUE ENCANTA!, com IVANI MAGALHÃES e GISLAINE CAITANO.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
II MOSTRA DE VÍDEOS E PODCASTS- MEDIAÇÃO E LINGUAGEM
Escolas participantes
Vídeo Animação
- E.E. Fernando Costa
- E.E. Paschoal Flamino
- E.E. Profª Décia L. M. dos Santos
- E.E. José Belmiro
Rocha
- E.E Dom Henrique
Mourão
Radionovela
- E.E. Prof. Octacílio
Sant’anna
- E.E. Prof. Orlando
Donda
- E.E. José Belmiro
Rocha
Escola vencedora para representar a Diretoria - Vídeo Animação e Radionovela
E.E. José Belmiro Rocha
E.E. José Belmiro Rocha
MEDIAÇÃO E LINGUAGEM
II MOSTRA DE VÍDEOS E PODCASTS- MEDIAÇÃO E LINGUAGEM
Mediação e Linguagem
Diante da incontestável importância do papel
do professor como mediador em situações de aprendizagem, tanto no Ensino
Fundamental como no Médio, o projeto “Mediação e Linguagem”, desde 2014, vem
consolidando a ideia de oferecer apoio ao desenvolvimento do Currículo aos
professores de Língua Portuguesa e, também, àqueles que trabalham nas Salas de
Leitura e a quem mais se interessar por atividades e projetos diferenciados na
escola.
São sugestões para o desenvolvimento de
habilidades de leitura e de escrita, indo além em desdobramentos que permitem
estimular, também, a participação de todos os alunos, inclusive daqueles
portadores de deficiência, e que incentivam a criatividade e o gosto por
variadas formas de expressão artística, por meio do uso dos recursos
tecnológicos acessíveis para a produção de filmes, vídeos de animação e
podcasts. Essas sugestões apresentam, como ponto de partida, a transposição da
linguagem literária para a cinematográfica ou audiovisual, abordando temas
diversos, incluindo os transversais.
Leitura e fruição
Além do incentivo à leitura de textos
literários nas aulas regulares e nos projetos desenvolvidos nas Salas de
Leitura, “Mediação e Linguagem” também propõe momentos de reflexão sobre as
obras lidas, de forma a buscar, na ficção literária, espaços para fruir,
compartilhar impressões e sentimentos deixando-se levar pelas emoções e pela
imaginação, vivendo épocas, tempos e lugares diversos, convivendo com
personagens, fatos e enredos.
Leitura e produção de conhecimentos
Descobrir informações implícitas ou explícitas
no texto; inferir o sentido de palavras ou expressões; apropriar-se de formas
especiais de expressão da língua, como paráfrase, paródias, figuras de
linguagem, discurso direto, indireto, recursos gráficos; reconhecer e
estabelecer relações entre os diversos textos lidos ao longo das experiências
como leitor, são algumas habilidades que devem ser desenvolvidas, para a
competência leitora exigida na contemporaneidade, considerando-se a
atuação relevante do professor ao
ensinar procedimentos de leitura.
Sem dúvida, as conversas sobre o texto e as
análises da obra são enriquecidas quando planejadas e realizadas com recursos
diversificados, estimulando a imaginação com originalidade, muitas vezes
podendo culminar na produção de curta-metragens, animações e podcasts.
Produção de linguagens
Em sala de aula, há aspectos considerados de
extrema relevância quando se trata de fazer a transposição de uma linguagem
para outra, após a leitura de um romance, um conto, uma lenda ou uma fábula,
considerando inicialmente, por exemplo, as orientações para atividades recomendadas
nas publicações “Sabores da Leitura”[1], “Leitura e Produção de Texto”[2] e
“Literatura”[3]. Entre os produtos resultantes dos desdobramentos de leitura ou
dos projetos culturais desenvolvidos com os alunos, após o domínio dos
procedimentos de leitura, vamos destacar a produção de vídeos.
Antes, é preciso refletir sobre a função do
produto cultural que estamos propondo: onde será exibido, a que público se
destina, quanto tempo ele terá de duração, que recursos humanos e materiais
temos ao nosso alcance.
Lembramos que se trata de um
trabalho escolar, realizado com orientação do professor, que, graças às
possibilidades tecnológicas ao alcance de todos, poderá ser divulgado na web,
simplesmente, ou também, participar de algum festival no âmbito escolar regional.
Então, vale a pena investir na organização dos grupos em classe e nas
habilidades de cada aluno para as diferentes atividades que compõem a
elaboração de um vídeo.
SÃO PAULO (Estado) SECRETARIA
DA EDUCAÇÃO. Sabores da Leitura - Cilza Bignotto. Imprensa
Oficial do Estado de São Paulo, 2012.
[2] SÃO PAULO (Estado)
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Caderno do professor:
leitura e produção de texto – Ana Luiza Marcondes Garcia, Egon de Oliveira
Rangel, Maria Regina Figueiredo Horta, Neide Aparecida de Almeida. São Paulo:
SEE, 2010 (6º e 7º/8º e 9º anos do Ensino Fundamental).
[3] SÃO PAULO (Estado)
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Caderno do professor:
literatura – Noemi Jaffe, Regina Maria Braga. São Paulo: SEE, 2010 (Vol. 1 e 2
– 1ª a 3ª séries do Ensino Médio)
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Viagem Literária na Biblioteca Pública de Lins - Bate-papo com a escritora LÚCIA HIRATSUKA (Duartina SP, 1960)
Lúcia é artista plástica, ilustradora de livros didáticos, de literatura
para crianças e também é autora de diversas obras infantis.
Lúcia é artista plástica, ilustradora de livros didáticos, de literatura
para crianças e também é autora de diversas obras infantis. Em 1988 recebeu uma
bolsa de estudos para a Universidade de Educação de Fukuoka no Japão. Escolheu
como tema de pesquisa o ehon, ou seja, o livro ilustrado. Lá fez uma exposição
de desenhos com cenas de feira, festa junina, personagens do folclore e
paisagens brasileiras, que fez bastante sucesso. Retornou depois de um ano e
começou a recontar e ilustrar os contos e as lendas japonesas que ouvia quando
criança. Buscou inspiração nas composições japonesas e estudou a técnica do
sumie*, que tenta introduzir em seus trabalhos.
Em
1995, seus livros Hatikazuki Hime, Momotaro e Tanabata conquistaram o prêmio
concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2004 publicou Lin e
o outro lado do bambuzal (aprovado no PNBE e PNLD/SP 2005). No ano seguinte,
lançou Contos da montanha, que conquistou o selo da FNLIJ de Altamente
Recomendável (2005) e foi incluído no Catálogo de Bolonha (2006).
* A palavra sumie significa
“pintura a tinta” em português e consiste numa técnica de pintura em
preto-e-branco originada em mosteiros budistas da China durante a dinastia Sung
(960-1274). Adotando esses princípios, o sumiê exerce uma dicotomia
interessante. Preto-e-branco, concreto e abstrato, água e terra, controle e
espontaneidade são manifestações presentes nessa arte, que, a partir do século
XV, passou a retratar também pássaros, flores e paisagens.

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