segunda-feira, 9 de novembro de 2015

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Dia 25 de setembro participamos de uma Orientação Técnica no Programa Escola da Família - CONTAR HISTÓRIAS - A ARTE QUE ENCANTA!, com IVANI MAGALHÃES e GISLAINE CAITANO.



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

II MOSTRA DE VÍDEOS E PODCASTS- MEDIAÇÃO E LINGUAGEM

Escolas participantes

Vídeo Animação

- E.E. Fernando Costa


- E.E. Paschoal Flamino


- E.E. Profª Décia L. M. dos Santos


E.E. José Belmiro Rocha


E.E Dom Henrique Mourão


Radionovela

- E.E. Prof. Octacílio Sant’anna


E.E. Prof. Orlando Donda


- E.E. José Belmiro Rocha



Escola vencedora para representar a Diretoria - Vídeo Animação e Radionovela

E.E. José Belmiro Rocha




MEDIAÇÃO E LINGUAGEM

II MOSTRA DE VÍDEOS E PODCASTS- MEDIAÇÃO E LINGUAGEM


Mediação e Linguagem
 Diante da incontestável importância do papel do professor como mediador em situações de aprendizagem, tanto no Ensino Fundamental como no Médio, o projeto “Mediação e Linguagem”, desde 2014, vem consolidando a ideia de oferecer apoio ao desenvolvimento do Currículo aos professores de Língua Portuguesa e, também, àqueles que trabalham nas Salas de Leitura e a quem mais se interessar por atividades e projetos diferenciados na escola.
 São sugestões para o desenvolvimento de habilidades de leitura e de escrita, indo além em desdobramentos que permitem estimular, também, a participação de todos os alunos, inclusive daqueles portadores de deficiência, e que incentivam a criatividade e o gosto por variadas formas de expressão artística, por meio do uso dos recursos tecnológicos acessíveis para a produção de filmes, vídeos de animação e podcasts. Essas sugestões apresentam, como ponto de partida, a transposição da linguagem literária para a cinematográfica ou audiovisual, abordando temas diversos, incluindo os transversais.
 Leitura e fruição
 Além do incentivo à leitura de textos literários nas aulas regulares e nos projetos desenvolvidos nas Salas de Leitura, “Mediação e Linguagem” também propõe momentos de reflexão sobre as obras lidas, de forma a buscar, na ficção literária, espaços para fruir, compartilhar impressões e sentimentos deixando-se levar pelas emoções e pela imaginação, vivendo épocas, tempos e lugares diversos, convivendo com personagens, fatos e enredos.
Leitura e produção de conhecimentos
 Descobrir informações implícitas ou explícitas no texto; inferir o sentido de palavras ou expressões; apropriar-se de formas especiais de expressão da língua, como paráfrase, paródias, figuras de linguagem, discurso direto, indireto, recursos gráficos; reconhecer e estabelecer relações entre os diversos textos lidos ao longo das experiências como leitor, são algumas habilidades que devem ser desenvolvidas, para a competência leitora exigida na contemporaneidade, considerando-se a atuação  relevante do professor ao ensinar procedimentos de leitura.
 Sem dúvida, as conversas sobre o texto e as análises da obra são enriquecidas quando planejadas e realizadas com recursos diversificados, estimulando a imaginação com originalidade, muitas vezes podendo culminar na produção de curta-metragens, animações e podcasts.
 Produção de linguagens
 Em sala de aula, há aspectos considerados de extrema relevância quando se trata de fazer a transposição de uma linguagem para outra, após a leitura de um romance, um conto, uma lenda ou uma fábula, considerando inicialmente, por exemplo, as orientações para atividades recomendadas nas publicações “Sabores da Leitura”[1], “Leitura e Produção de Texto”[2] e “Literatura”[3]. Entre os produtos resultantes dos desdobramentos de leitura ou dos projetos culturais desenvolvidos com os alunos, após o domínio dos procedimentos de leitura, vamos destacar a produção de vídeos.
 Antes, é preciso refletir sobre a função do produto cultural que estamos propondo: onde será exibido, a que público se destina, quanto tempo ele terá de duração, que recursos humanos e materiais temos ao nosso alcance.
Lembramos que se trata de um trabalho escolar, realizado com orientação do professor, que, graças às possibilidades tecnológicas ao alcance de todos, poderá ser divulgado na web, simplesmente, ou também, participar de algum festival no âmbito escolar regional. Então, vale a pena investir na organização dos grupos em classe e nas habilidades de cada aluno para as diferentes atividades que compõem a elaboração de um vídeo.

SÃO PAULO (Estado) SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Sabores da Leitura - Cilza Bignotto.  Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2012.

[2] SÃO PAULO (Estado) SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Caderno do professor: leitura e produção de texto – Ana Luiza Marcondes Garcia, Egon de Oliveira Rangel, Maria Regina Figueiredo Horta, Neide Aparecida de Almeida. São Paulo: SEE, 2010 (6º e 7º/8º e 9º anos do Ensino Fundamental).

[3] SÃO PAULO (Estado) SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Caderno do professor: literatura – Noemi Jaffe, Regina Maria Braga. São Paulo: SEE, 2010 (Vol. 1 e 2 – 1ª a 3ª séries  do Ensino Médio)


SARAU LITERÁRIO NA EE 21 DE ABRIL

Dia 10 de setembro de 2015 foi realizado o Sarau Literário pelas Professoras Áurea e Sandra Frizzi.

 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Viagem Literária na Biblioteca Pública de Lins - Bate-papo com a escritora LÚCIA HIRATSUKA (Duartina SP, 1960)

  Lúcia é artista plástica, ilustradora de livros didáticos, de literatura para crianças e também é autora de diversas obras infantis.
  Lúcia é artista plástica, ilustradora de livros didáticos, de literatura para crianças e também é autora de diversas obras infantis. Em 1988 recebeu uma bolsa de estudos para a Universidade de Educação de Fukuoka no Japão. Escolheu como tema de pesquisa o ehon, ou seja, o livro ilustrado. Lá fez uma exposição de desenhos com cenas de feira, festa junina, personagens do folclore e paisagens brasileiras, que fez bastante sucesso. Retornou depois de um ano e começou a recontar e ilustrar os contos e as lendas japonesas que ouvia quando criança. Buscou inspiração nas composições japonesas e estudou a técnica do sumie*, que tenta introduzir em seus trabalhos.
  Em 1995, seus livros Hatikazuki Hime, Momotaro e Tanabata conquistaram o prêmio concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2004 publicou Lin e o outro lado do bambuzal (aprovado no PNBE e PNLD/SP 2005). No ano seguinte, lançou Contos da montanha, que conquistou o selo da FNLIJ de Altamente Recomendável (2005) e foi incluído no Catálogo de Bolonha (2006).

* A palavra sumie significa “pintura a tinta” em português e consiste numa técnica de pintura em preto-e-branco originada em mosteiros budistas da China durante a dinastia Sung (960-1274). Adotando esses princípios, o sumiê exerce uma dicotomia interessante. Preto-e-branco, concreto e abstrato, água e terra, controle e espontaneidade são manifestações presentes nessa arte, que, a partir do século XV, passou a retratar também pássaros, flores e paisagens.   










quarta-feira, 29 de julho de 2015

PLATAFORMA GeekieLAB

 Geekie+: entenda como estudar de uma forma divertida

A plataforma é destinada exclusivamente aos alunos do 3º ano do Ensino Médio da rede.


   Potencializar o aprendizado e a melhoria no desempenho de cada aluno do 3º ano do Ensino Médio da rede pública estadual é o principal objetivo do Geekie+, projeto da Educação que oferece um plano de estudo personalizado para cada aluno que pretende fazer a prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio).
  Eles terão acesso a um plano de estudos que contempla as disciplinas de Português, Matemática, Biologia, Química, Física, Filosofia, Sociologia, História e Geografia.

   Para acessar clique na imagem abaixo:


sexta-feira, 24 de julho de 2015

ALUNO CRIA "MAPA DA MINA" PARA ESCREVER ARTIGO DE OPINIÃO

O caminho das pedras, eu mesmo faço

Estudante do Ensino Médio decompõe os elementos de um artigo de opinião e elabora roteiro com orientações para produzir um bom texto do gênero
Luiz Henrique Gurgel
 
   Os olhos do menino louro ficam concentrados na folha de papel que tem em mãos. Algo que se parece com um mapa. Ele explica como o criou. Com gestos precisos, vai apontando para pontos no papel, explicando o que vem primeiro, o que vem depois e como tudo deve estar articulado. William Latosinski Matos, da cidade de Pântano Grande (RS), explicava como havia concebido um roteiro para quem deseja escrever um bom artigo de opinião.
    A ideia veio por sugestão de sua professora, Caroline Pinto Salgueiro. De tanto ouvi-la falar num “caminho das pedras”, a ser percorrido por quem quer escrever um bom texto, ele resolveu pôr mãos à obra e rascunhou numa folha de papel o seu próprio percurso. Depois passou o esquema para o computador, imprimiu e deixou pronto o mapa da mina.
    “A minha professora, depois que trabalhou todas as oficinas, propôs na sala que cada aluno fizesse o seu caminho das pedras particular, da sua maneira, como acreditava que seria melhor para construir um artigo. Ela explicou nas oficinas cada passo da produção, e isso eu já tinha notado como funcionava. Dessa forma, a gente aprenderia e usaria para se guiar nas produções de outros textos, como eu produzi agora aqui [durante a oficina com os semifinalistas da categoria em Brasília, em dezembro de 2014]”, diz o estudante.
    Ao ouvir sua explicação, tem-se a impressão de que ele está desmontando um artigo de opinião para entender suas engrenagens e articulações e, em seguida, montar um novo, como num jogo de Lego, destinado a jovens aprendizes de criação de textos. “Eu escrevi me baseando no caminho que criei para a construção de um texto. E o que fiz antes de escrever? Defini a polêmica e a minha posição – o primeiro e o segundo passo. Depois, fui estruturando o texto. O que tem no primeiro parágrafo? Eu apresentei a cidade, independentemente do tema, e depois a polêmica, dando a origem, começando a dar indícios do que vou tratar. Depois vem o segundo parágrafo, e fui desenvolvendo a questão polêmica com a minha opinião.” O estudante dá toda a explicação para justificar, com razão, que um “texto não sai do nada”.
    Indagado se um estudante não poderia ficar muito dependente de um esquema como esse para escrever, William foi rápido: “Isso é só para o começo, ajuda bastante, mas com o tempo a gente fixa na memória como se faz um artigo, a estrutura já está na cabeça, e você faz. É simples”, concluiu, satisfeito com a criação. 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

PORTAL DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA

    Ensinar e aprender ortografia de forma reflexiva e sistemática: esse é um dos maiores desafios na consolidação do processo de alfabetização. De que forma promover uma aprendizagem criativa das regularidades e irregularidades ortográficas? Como reduzir as interferências da fala na escrita? Que práticas os professores podem adotar para isso? Que princípios devem ser observados em uma proposta curricular sobre conteúdos ortográficos ao longo do Ensino Fundamental?

   A fim de abordar essas e outras questões, a Plataforma do Letramento desenvolveu este Especial multimídia, com a assessoria de Maria José Nóbrega.

Clique na imagem para acessar o Portal:

ARTIGO - ESCOLHAS QUE FAZEM A DIFERENÇA! - ADRIANA GUARIZO


segunda-feira, 29 de junho de 2015

MARATONA MUNICIPAL DE LÍNGUA PORTUGUESA

Dia 20 de junho houve o encerramento da 3ª Maratona Municipal de Língua Portuguesa, em comemoração ao aniversário do município de Lins, realizada pela Academia Linense de Letras com apoio da Diretoria Regional de Ensino de Lins.

A Maratona tem como objetivo:
Transmitir conhecimentos de comunicação que abrangem o ensino da Língua Portuguesa tanto aos alunos envolvidos no projeto quanto os ouvintes da Rádio Alternativa FM. 

O evento foi organizado e coordenado pelo Profº Mauro de Sousa Ribeiro -     Academia Linense de Letras - Olhai os Lírios do Campo.

Escolas participantes:

EE Profª Décia Lourdes Machado dos Santos
Professora - Eliane Cristina do Nascimento
Aluna - Giovanna Raíssa Vilela Gonçalves

EE Prof. Dorival Calazans Luz
Professora - Patrícia Ângela de Amadeu Alencar
Aluna - Karolini Fernanda Santos de Oliveira

EE Pe. Eduardo Rebouças de Carvalho 
Professora - Neuluzinete Ferezin gomes
Aluna - Luara Caroline Tecola

EE Fernando Costa
Professora - Graziela Sampaio Vieira Penna
Aluno - Luis Gustavo da Costa Januário

EE Genoveva Junqueira
Professora - Rosemary Marcelo Rodrigues
Aluno - Caio Vinícius Cellari - Campeão








sexta-feira, 19 de junho de 2015

DIVULGAÇÃO

Livro e Game: O cortiço, Memórias de um Sargento de Milícias e Dom Casmurro.
Excelente oportunidade para ampliar e aprofundar o olhar diante de clássicos de nossa Literatura Brasileira.
Com roteiro, direção de Arte e Ilustrações que vão envolver e encantar você, leitor, do começo ao fim. Vale a pena conferir e se divertir!



quinta-feira, 30 de abril de 2015

7º CONCURSO DE DESENHO E REDAÇÃO DA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO - CGU

ENTRE NO PORTAL PARA VERIFICAR O REGULAMENTO. Clique na imagem para acessar:



7.º Concurso de Desenho e Redação da CGU

Em 2015, a Controladoria-Geral da União (CGU) realiza a 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação, com o tema “Pequenas Corrupções – Diga não”. 

Prazo de envio dos trabalhos: 30 de junho de 2015.

Início das inscrições
06/04/2015

Fim das inscrições
30/06/2015

Tema
PEQUENAS CORRUPÇÕES – DIGA NÃO!

   Em 2015, a Controladoria-Geral da União (CGU) realiza a 7ª edição do Concurso de Desenho e Redação. Com o tema “Pequenas Corrupções – Diga não”, o objetivo da iniciativa é despertar nos estudantes o interesse por assuntos relacionados ao controle social, à ética e à cidadania, por meio do incentivo à reflexão e ao debate desses temas nos ambientes educacionais. O prazo para envio dos trabalhos se encerra no dia 30 de junho de 2015.
   Na categoria “Desenho”, poderão participar alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Enquanto na categoria “Redação”, poderão participar alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo alunos matriculados na modalidade jovens e adultos (EJA). O concurso é voltado a estudantes de escolas públicas e privadas do país.

   Os trabalhos poderão ser enviados até 30 de junho de 2015 por correio ou por formulário eletrônico.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

LEITURA RECOMENDADA


     A revista Na Ponta do Lápis é destinada a educadores e professores que trabalham com leitura e escrita em Língua Portuguesa nas escolas públicas brasileiras. Criada em 2005 e de periodicidade quadrimestral, é a publicação oficial da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, divulgando a metodologia do programa e disponibilizando conteúdos que contribuem com as ações de ensino da língua.

domingo, 19 de abril de 2015

3ª MARATONA DA LÍNGUA PORTUGUESA



Abertura da 3a. Maratona de Língua Portuguesa. Realização: Academia Linense de Letras, Prefeitura de Lins Casa da Cultura e Diretoria de Ensino - Região de Lins. Local - Rádio Alternativa FM. Com Silvani Daruiz, Mauro Ribeiro, Antonieta Nazaré Coqueiro, Darci Daruiz e Maria Mori


Escola participante - EE Prof. Dorival Calazans Luz
Professora Coordenadora - Leila Marta De Almeida Perin
Professora - Patrícia Alencar


terça-feira, 14 de abril de 2015

ORIENTAÇÃO TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA


    Dia 16 de abril, estaremos realizando a 1ª OT, público-alvo professores de Língua Portuguesa que ministram aulas nos 6º Anos do Ensino Fundamental, inclusive os da RC e RCI, das escolas jurisdicionadas a esta Diretoria.

    O tema é - “Todos podem Aprender: Ensinar com Equidade”.
    
    Equipe organizadora:

    Supervisora - Adriana Guarizo

    PCNPs de Língua Portuguesa - Suelen Andreu e Wendy Ravagnani

   Parceria com as PCNPs dos Anos Iniciais - Márcia Giacomini e Rita Frassato
    

quarta-feira, 8 de abril de 2015

EVESP


Educação abre primeiro curso para aluno usar a tecnologia na lição de casa

   Em parceria com a Microsoft, carga horária é de 100 horas e orienta estudantes sobre conteúdos relacionados à informática.
  Alunos do Ensino Médio e Ensino Fundamental (8º e 9º ano) da rede estadual paulista terão a chance de aprimorar o conteúdo em tecnologia em um curso inédito e gratuito.
  A partir do próximo dia 10, a Educação dá início ao projeto online Aluno Monitor. O programa, em parceria com a Microsoft, é dividido em cinco módulos e tem carga horária de 100 horas. Ao final, todos os participantes receberão certificado.

  O conteúdo inclui atividades práticas sobre hardwares, softwares, aplicativos, web 2.0 e 3.0, redes sociais e ainda navegação segura. O objetivo é que os alunos possam utilizar as ferramentas em atividades em casa e nas próprias unidades de ensino. Por isso, o curso é etapa obrigatória dos estudantes que atuam como estagiários nas salas do Acessa Escola, programa de inclusão digital da Secretaria, e opcional para os alunos da rede.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PROFESSORA UTILIZA OBJETOS DIGITAIS DO CURRÍCULO+ PARA ALFABETIZAR ESTUDANTES



Ação aconteceu na E.E. Professor Dandolo Frediani

   Plataforma colaborativa que contribui para que os professores prepararem aulas mais dinâmicas e atrativas, que facilitam a compreensão das disciplinas pelos jovens, o programa Currículo+ têm sido referência na E.E. Professor Dandolo Frediani, localizada em São Paulo.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

BRINCADEIRAS COM LIVROS!


Vamos brincar de livro?

   Vale a pena incluir livros na bagagem de férias ou aproveitar o tempo livre em casa para curtir atividades divertidas em família ou em turma. Confira ideias que podem ser adaptadas para várias idades e aproveite para se divertir com a criançada, incentivar os pequenos a ler mais e descobrir junto com eles que os livros combinam (e muito) com diversão. 


Crédito: Bruno Lanza





   Assistir a um filme infantil juntinho com o seu filho pode ser uma ótima forma de reforçar o vínculo entre vocês. "Esse é um momento de união da família", ressalta Luísa Gonçalves, psicóloga e psicoterapeuta sistêmica de Florianópolis (SC), que alerta apenas para um porém: "Em vez de dar explicações sobre o filme, deixe aberto para a criança fazer a interpretação dela. Você podem compartilhar o que pensam".
   Muitos filmes infantis incentivam, mesmo que indiretamente, o desenvolvimento de habilidades não-cognitivas, como a superação, a cooperação e a curiosidade. Sugerimos, aqui, ótimas opções para uma diversão em família recheada de aprendizado - e dicas para gerar uma boa conversa pós-filme com a garotada.

Crédito: Divulgação

quarta-feira, 25 de março de 2015

Processo de inscrição para o curso "Sequência didática: aprendendo por meio de resenhas" começa dia 26/03


    Esta será a primeira turma deste curso a distância a ser formada em 2015. São oferecidas 1200 vagas e o curso terá início em 06/04, terminando em 22/06. Criado em 2011, o curso já formou 201 turmas e foi selecionado pelo Ministério da Educação para fazer parte do Guia de Tecnologias Educacionais, publicação que apresenta e dissemina projetos educacionais de qualidade voltados para educação básica (veja notícia aqui).
    O curso oferece certificado de 80 horas e cada turma é acompanhada por um mediador. A coordenação recomenda que o participante dedique-se, em média, de 8 a 9 horas por semana sendo de 30 minutos a 1 hora todos os dias, com complemento de estudos aos finais de semana.

Como participar

    O processo de inscrições será aberto no dia 26 de março, quinta-feira, em dois horários: 10h e 14h (horário de Brasília) para poder atender aos professores que estejam trabalhando em um dos períodos.
    Ao acessar a página do curso aqui no Portal Escrevendo o Futuro e fazer a solicitação de vaga, os interessados receberão um e-mail com instruções para confirmá-la. A lista permanecerá aberta até atingir 1800 nomes, sendo que os últimos 600 entrarão na lista de espera para ocupar eventuais vagas de desistentes. Quem estiver nesta situação poderá ser chamado até o dia de início do curso.
    Na última abertura para inscrições dos cursos do Programa, no dia 13/03, alguns interessados tiveram dificuldades para acessar a página de inscrições devido ao grande número de acessos simultâneos. Desta vez, o Portal estará com maior capacidade para facilitar o processo.

O curso
  
  O curso é destinado a professores de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental e Médio e a coordenadores pedagógicos em exercício nas escolas públicas do Brasil. O participante vivencia uma sequência didática (SD) para escrever a resenha de um produto cultural. Pretende-se que essa vivência ajude o professor a compreender quais são os princípios do trabalho com gêneros e com SD na escola. Ao final, as resenhas escritas pelos professores são apreciadas pelos colegas de curso, que escolhem as que mais gostaram.
    Não se trata de um curso destinado ao professor que deseja aprender como ensinar os alunos a escreverem resenhas. Nele, a resenha funciona como pretexto para que o professor vivencie, como produtor de textos, uma sequência didática para escrever um gênero do discurso.
    As atividades são realizadas nos horários mais adequados ao participante, respeitando o calendário de atividades obrigatórias. Essas atividades incluem exercícios autoinstrucionais (exercícios realizados individualmente, sem interação ou mediação); atividades interativas (debates em fóruns) e atividades mediadas (tarefas por escrito enviadas pelo participante e comentadas pelo mediador).


Clique aqui para conhecer a página do curso.

ESTUDANTES TROCAM CONHECIMENTO E AJUDAM COLEGAS DE SALA

   
   
   Quando o assunto é difícil, só a explicação do professor não basta - e vale recorrer ao colega para uma mão amiga. A tradicional cooperação entre alunos se tornou parte da grade curricular de alguns colégios privados, que montaram projetos em que o estudante é tutor do próprio colega. Essa troca de informações, afirmam as escolas, ajuda no aprendizado e na conquista de autoestima dos jovens.
   No Colégio Rio Branco, em Cotia, na Grande São Paulo, o trabalho com alunos tutores começou no ano passado, com os ensinos fundamental 2 e médio. Uma das vantagens é a explicação do conteúdo com uma linguagem mais próxima e exemplos próprios ao universo do adolescente.
    "Na aula, às vezes alguém pergunta e o professor não entende por causa do jeito e das palavras que o aluno usa. Eu consigo entender mais fácil", diz Júlia Dias, do 1º ano do ensino médio. "Depois, alguns professores até perguntam para nós como explicamos a matéria", diz ela, de 15 anos, que deu lições de Álgebra aos colegas.
    Um deles é Lucas Marzocca, também do 1º ano. "O jeito que eles ensinam me dá mais confiança porque era de uma maneira que eu conseguia fazer", conta o jovem, de 15 anos, que melhorou as notas em Matemática após participar da tutoria no ano passado.
   Segundo o Rio Branco, o mesmo ocorreu com praticamente todos que se envolveram na atividade, inspirada em um modelo finlandês.

Autoestima
   
    Quem é supervisionado em uma disciplina pode orientar o amigo em outra. Marzocca tem menos intimidade com os números, mas se dá bem em História. Além de contribuir com os colegas nessa matéria, a via de mão dupla melhorou seu convívio em classe. "Como tutor e tutorado, fiz amizade com pessoas que não tinha relacionamento antes."
   Orientadora educacional do colégio, Rosângela Guedes diz acreditar que a melhora de autoestima e a aproximação entre os estudantes são dois méritos do projeto. "Há momentos em que os próprios alunos agendam suas aulas e trocam informações pelo WhatsApp", conta. Segundo ela, as aulas também servem para troca de dicas.
   No Colégio Pentágono, no Morumbi, zona sul da capital, também existe a experiência dos minitutores. Para Américo dos Santos, coordenador do ensino fundamental 2, a proposta vai além do reforço no conteúdo. "Ajuda a criar competências socioemocionais, como respeito e cooperação mútua, entre os alunos e com o professor."

Personalizado
    
    De acordo com especialistas, transformar o aluno em tutor é produtivo porque cria novas situações de aprendizagem.
   "No entanto, é importante alternar papéis: ora está aprendendo, ora está ensinando. Não pode ficar cristalizado", alerta Cristina Barelli, do Instituto Singularidades, voltado para a formação de docentes.
   Ela também afirma que a tutoria deve funcionar como uma estratégia de ensino personalizado, sem receita única de estudos. "Não pode ser um modismo. É preciso trabalhar a forma como cada criança aprende melhor", aponta. Outro risco, segundo ela, é criar uma situação de dependência. "Deve-se sempre incentivar a autonomia do aluno."


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 22 de março de 2015

RESENHA DO FILME: VERMELHO COMO O CÉU


    Vermelho Como o Céu, filme de Cristiano Bortone, é um drama baseado na história de vida real de Mirco Mencacci, renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana. Filho único de uma família humilde, é um menino muito sensível, curioso, criativo e apaixonado pelo cinema. Um dia, sofre um acidente em casa ficando parcialmente cego. De acordo com as leis da época, as crianças com deficiência visual eram enviadas para colégios internos; a escola recusa, por isso, sua permanência após o acidente, orientando seus pais para que o enviem para um internato em Genova, muito longe de casa, alertando-os de que, caso não o fizessem, poderiam ser denunciados.
   Lá eles se deparam com a figura de um diretor muito austero, que tenta tirar todas as esperanças de um futuro de sua livre escolha, alegando que esta não existia mais, mas apenas o que fosse possível em função da limitação da sua visão.
   Na sala de aula, Mirco se recusa a aprender o Braile, mas, mesmo assim, seu professor o trata com compreensão. Quando ele pede um trabalho sobre a primavera para os alunos, Mirco decide fazer o seu de uma forma diferente.
   Casualmente encontra um gravador e põe-se fazer efeitos sonoros, até ser descoberto pelo diretor, que toma o gravador e o repreende. O professor escuta o trabalho de Mirco e se encanta com o seu talento. O menino se isola, mas seu professor, sem que o diretor soubesse, lhe dá outro gravador, condicionando a isso à aprendizagem do Braile. Mirco aceita e, junto com uma amiga, iniciam a gravação de uma história com efeitos sonoros incríveis. O desejo dele é apresentar essa peça no final do ano. No decorrer da gravação, percebem que precisam da ajuda dos demais meninos, alunos da escola; eles aceitam participar e o grupo vai crescendo. Quando a história está quase no final, são pegos pelo diretor, que sem nenhuma consideração, apreende o gravador e expulsa Mirco da escola.
   Seus amigos iniciam uma campanha para que ele não seja expulso e conseguem a façanha, porque um grupo de ativistas, liderado por um ex-aluno faz passeatas pela cidade, chegando a denúncia até o prefeito, que exige explicações. O diretor vê-se obrigado a aceitar o garoto de volta, e o professor apoia todo o trabalho dos alunos, culminando numa linda apresentação de final de ano.

Resenhado por: Susana Felix Paes Correa Leite


sábado, 21 de março de 2015

PROJETO AVENTURAS CURRÍCULO+

Novo jogo virtual oferece reforço de Português e Matemática para estudantes






   A Educação implanta um programa de reforço escolar com apoio de recursos tecnológicos inéditos. A partir de abril, as escolas vão oferecer uma aula a mais de Língua Portuguesa e de Matemática para os estudantes com dificuldades nas disciplinas.
  Os professores serão capacitados para ministrar o conteúdo com uma nova linguagem, que dialoga com o universo jovem. Entre os materiais didáticos está o jogo virtual “A Aventura", desenvolvido especialmente para a rede paulista.
  As turmas do reforço serão definidas com base no desempenho que os estudantes apresentarem nas provas bimestrais e na avaliação diagnóstica aplicada em fevereiro. A participação será por adesão da escola e voltada aos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental   (6º ao 9º ano), além do Ensino Médio. Os professores interessados deverão fazer o cadastro para atuarem com os alunos indicados e podem receber até R$ 1.691 mensais a mais pelas aulas.

Formação específica para professores

   Todos os docentes participantes da nova modalidade de reforço vão passar por formação específica para que saibam utilizar o jogo virtual no processo de aprendizado, além de todo acervo digital da plataforma interativa Currículo+. No Game, o aluno é um avatar e para salvar o planeta precisa superar missões que exigem habilidades matemáticas e de linguagem. Os exercícios complementares podem ser feitos em qualquer computador, inclusive nas salas do Acessa Escola  das unidades escolares, o que amplia o tempo de estudo. A duração do reforço será de 10 semanas.
  As escolas serão responsáveis por organizar o cronograma de aulas de acordo com a demanda. A orientação da Secretaria é para que a aula extra ocorra no pré ou no pós turno.

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sexta-feira, 20 de março de 2015

DIVULGAÇÃO: O PORTUGUÊS FALADO NAS RUAS

SÉRIE FALA SOBRE A LÍNGUA COLOQUIAL FALADA NAS RUAS




MAIS UM QUADRO DE “PORTUGUÊS FALADO NAS RUAS”



MEDIAÇÃO E LINGUAGEM

   Conforme citações de Gilberto Caron na última VC Mediação e Linguagem (18/3), seguem arquivos com vídeo animação de uma adaptação do conto A chinela turca, de Machado de Assis, e o conto original. Vale conferir!


VÍDEO



TEXTO: A CHINELA TURCA